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Conheça os 3 pilares da longevidade de acordo com um especialista

Quem não gostaria de viver um século? Chegar aos 90, aos cem, com vitalidade e saúde. O Globo Repórter desta sexta (12) mostrou quem são os brasileiros que descobriram essa fórmula. Eles nos revelam não apenas uma, mas muitas receitas de vida longa.

Propósito + amizade + músculos. Esses são os três pilares da longevidade de acordo com o Dr. Carlos André dos Santos, da Unifesp. Ele falou com ao Globo Repórter sobre a pesquisa feita com os idosos e revela os caminhos para quem quer chegar bem até os cem.

- Acordar de manhã e ter um objetivo é muito importante e faz com que o idoso se sinta útil. É ter uma causa, se sentir útil para alguém, para um grupo ou pra sociedade. Ter uma função, como um trabalho voluntário, trabalhar numa creche, cuidar do jardim da igreja, reunir o pessoal na rua, cuidar da praça. Ou até mesmo continuar trabalhando.

Estudos pelo mundo mostram que um indivíduo que pensa, que raciocina, que tem um objetivo, que corre atrás, que se cuida melhor, tem autoestima maior. Ele se vê e de fato se sente importante. Tudo isso facilita a qualidade de vida.

A dica do Dr. Carlos é: saia da inércia. Vá à padaria, ao supermercado, converse com as pessoas, aproveite, se já tem um relacionamento, veja o que está acontecendo na rua, veja se pode melhorar junto com outros idosos que estão lá. São coisas simples, mas que têm impacto muito importante nessa sensação de autoestima positiva. Depois do primeiro resultado você começa a ver que está mobilizando outras pessoas – ‘nossa, tudo isso porque eu comecei’. Essa sensação é muito boa.

- O ser humano é um ser social. Não conseguimos viver bem só dentro da gente, a gente não pode se bastar, precisamos ter algum relacionamento, afirma o Dr. Carlos. O isolamento pode ser um perigo para o idoso. Conforme o tempo vai passando e ele vai perdendo os amigos, o amigo do trabalho, o amigo da infância, os amigos vizinhos da mesma geração, ele tem que tentar sair do sofá e tentar ter relações com outras gerações.

Como a gente faz isso? Anote a dica do especialista: no ponto de ônibus, no metrô, na rua, com os vizinhos do prédio. A gente tem que passar e conversar em qualquer lugar. Ter relação, dar exemplo.

Para o médico, é muito importante que os jovens de hoje percebam que o idoso é um ser ativo, atuante, que capta, que faz diferença. Para isso, o idoso tem que se mostrar, sair do casulo.

- A gente precisa de músculo para andar, para levantar da cadeira, do vaso sanitário, para poder pegar ônibus, para poder ir na casa da nora, do genro, para brincar com os netos, com os bisnetos.

Essa geração de idosos de agora não experimentou muito o exercício físico quando eram jovens, mas sempre é hora para começar, afirma o médico.

E como começar agora se você já é um idoso? Em várias cidades as próprias prefeituras têm centros que oferecem atividades físicas. Nas praças, clubes, academias o idoso pode fazer hidroginástica, aula de pilates e até algum exercício de musculação.

Nunca é tarde pra começar, seja no propósito, seja na atividade física ou nos relacionamentos. Lembre-se que envelhecer é um processo e é um processo que exige sabedoria, exige inteligência e exige independência. Ninguém quer ficar dependente de ninguém. E pra você ir contra essa perda de autonomia, de independência, você tem que dar o primeiro passo.
 
Fonte: G1 
 
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